Este espaço, localizado em Lisboa, apresentava um único uso: passagem. Apresentava-se subaproveitado, uma vez que, tratando-se de um local alto, apresenta grandes vistas sobre o Rio Tejo e sobre a uma parte da cidade de Lisboa. Foi proposta e criada uma pequena zona de estadia, composta por um caminho, onde numas reentrâncias, estão colocados dois bancos. O caminho, com o pavimento em tout-venant compactado, é limitado por postes de madeira. Como enquadramento foram plantados arbustos da espécie Lavandula angustifolia, que para além da cor e textura interessantes das flores e das folhas, apresentam um aroma bastante convidativo.

A Praça Afonso do Paço sofreu recentemente uma obra de requalificação. Esta obra, executada pela Plantagri, trouxe uma nova vida a esta praça urbana.
A área de intervenção não possuía qualquer uso funcional. Tratava-se de um espaço ao abandono e a servir de casa de banho de animais domésticos. Foi criada uma zona de estadia central, com pavimento em tout-venant, servida por mobiliário urbano (bancos e papeleiras). O acesso a esta zona de estadia central é feito através de três rampas localizadas nas laterais e num dos topos do espaço. A emoldurar a área central, encontra-se uma zona de canteiro, com variadas espécies de material vegetal, que enquadra o espaço.

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